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Psicóloga, Mestre, Consteladora e Escritora, Marusa Helenna da Graça.

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Produtos 

para Constelação Familiar

KIT MIMS G - cor 1

Composto por 36 figuras sendo:

12 homens, 12 mulheres e 12 crianças (06 masculino e 06 feminino).

[cor 1] - azul, rosa, verde, amarelo, fumê, cristal

KIT MIMS M - cor 1

Composto por 24 figuras sendo:

06 homens, 06 mulheres e 12 crianças (06 masculino e 06 feminino).

 

[cor 1] - azul, rosa, verde, amarelo, fumê, cristal

KIT MIMS P - cor 1

Composto por 12 figuras sendo:

04 homens, 04 mulheres e 04 crianças (02 masculino e 02 feminino).

 

[cor 1] - azul, rosa, verde, amarelo, fumê, cristal

Constelações Familiares com Bonecos - e os elos de amor que vinculam aos ancestrais.

Como segredos e situações traumáticas circulam na família geração após geração criando padrões repetitivos de histórias vividas? Os membros atuais de uma família podem estar emaranhados aos seus ancestrais? De que forma?

 

Nossos alunos

Marusa

Psicóloga, Mestre, Consteladora e Escritora, Marusa Helenna da Graça.

Marusa

Psicóloga, Mestre, Consteladora e Escritora, Marusa Helenna da Graça.

Perguntas Frequentes

 

1a Etapa - Antes da Constelação

O que é constelação familiar?


Trata-se de um método de ajuda baseado nas descobertas do alemão Bert Hellinger, que coloca pessoas que estão presentes no grupo para representar os membros das relações pessoais do cliente: família, grupo social, empresa ou, sua doença. Bert Hellinger, desenvolvedor deste trabalho, descobriu 3 (três) leis naturais que atuam nos relacionamentos humanos as quais ele, inicialmente chamou de Ordens do Amor. São princípios que regem o bom ou mal funcionamentos de todas as relações: hierarquia (estabelecida pela ordem de chegada), pertencimento (estabelecido pelo vínculo), equilíbrio (estabelecido pelo dar e tomar/receber). Quando tais principios são violados, surgem compensações que atuam nos membros pertencentes ao sistema e sua violação é percebida somente através das suas consequências: depressões, doenças, dificuldades nos relacionamentos, dificuldades financeiras, etc. Os representantes, pessoas participantes do grupo, sentem em si os movimentos da alma do sistema do cliente, são informações que aparecem no Campo Fenomenológico das Constelações e que o cliente não tinha acesso a elas de forma consciente, visto ao fato de poderem ser informações atuais ou antigas, de antepassados. Graças à representação, o cliente pode perceber onde o seu amor está emaranhado e no próprio campo das constelações, as conexões vinculares voltem a se harmonizar. Com isso, alguma liberdade é conseguida e o amor pode voltar a fluir. O cliente pode enxergar o seu próximo passo na busca de uma vida mais leve.




Nas palavras do autor - Constelação Familiar:


O que aparece em uma Constelação Familiar? O que é aquilo que se mostra em uma constelação? E como pode ser que algo completamente desconhecido pode aparecer e se revelar? 
 Estas perguntas devem ser repetidas cada vez novamente. 
É evidente que um campo sábio entra em ação em uma constelação. De acordo com as compreensões e o conhecimento de hoje, a Constelação Familiar, como se revela agora, está muitos anos a frente do tempo. A Constelação Familiar é um movimento externo de um acontecimento cósmico.




“Pode-se aprender a Constelação Familiar?”


Esta pergunta é respondida claramente por Bert Hellinger: Não. Porém o que podemos aprender é desaprender a nossa imagem de “certo” e “errado”; a imagem de um processo determinado para se livrar de um problema, e abdicar de uma interpretação. Isso significa que há uma única intenção: queremos constelar uma família. Isto acontece em sintonia com o cliente. 

A constelação pode ser relacionada da mesma forma a um meio profissional. Também um produto ou uma questão de decisão podem ser constelados. O procedimento numa constelação continua livre de qualquer intenção, de qualquer desejo e do medo. Da mesma forma livre do desejo de poder entregar um resultado. Respostas racionais são sempre suposições. Se estas condições são garantidas pelo constelador, então um outro campo, que torna qualquer intervenção desnecessária, se abre.




Como podem o constelador e o cliente entrar em sintonia com o campo sábio? Como podem se deixar guiar para dentro dele, reconhecendo a boa solução para então aplica-la como insight na vida? 



Bert Hellinger diz: Podemos aprender a transformar o nosso ser, o nosso caráter, para resistir à tentação do “fazer”. Olhamos de forma centrada para o fenômeno. Assim nos tornamos o observador. E ao observar, o movimento cósmico se revela, que pode ser visto, vivido e compreendido por cada um. De qualquer forma ele precisa permanecer no espaço sem interpretação. Aprender a Constelação Familiar segundo Hellinger® significa aprender uma abordagem completamente nova em relação ao desconhecido. A Constelação Familiar segundo Hellinger® não é nem um ofício nem um método. Ela é uma caminho, uma passagem para um outro plano, um outro nível de consciência. Ali todas as perguntas encontram o seu caminho e sua resposta. Podemos partir do princípio que tudo que acontece numa constelação, que revelou aquilo que foi e que será, sempre serve ao bem do cliente. Também se o cliente teve outra expectativa em relação à sua ideia da constelação. 

Se o cliente confiar no constelador, aquele resultado exato o indicará para um novo plano. O resultado de uma constelação indica um novo caminho e leva adiante, para muito além do pensamento e dos desejos. No entanto o constelador precisa ser capaz de suportar, e deixar o cliente suportar, o resultado de uma constelação.




Qual é a postura?


Aqui estamos falando sempre de uma Constelação Familiar segundo Hellinger®. 
No início das constelações, Bert Hellinger pensava que a Constelação Familiar pertencia somente nas mãos de médicos e terapeutas. Entretanto ele revocou tal ideia. Ele reconheceu que os procedimentos e a abordagem necessários devem ser a partir de uma postura profundamente humilde, que esteja aberta e pronta para tudo que se observa. Um postura que não é orientada por um objetivo de forma curiosa ou “fazedora”. É uma absoluta confiança e entrega, sem saber por si mesmo aonde ou como o próximo passo leva adiante. Assim o constelador e o cliente podem estar presentes com absoluta atenção diante de um movimento de forma maravilhada. A Constelação Familiar pertence em mãos responsáveis. O constelador deve estar diante das pessoas e da vida de forma consciente, atenciosa, cuidadosa, respeitosa e aberta. Esta é a tarefa de aprendizagem. A prática é descoberta de caso em caso de forma nova. Da mesma forma como não há duas pessoas iguais, não há duas constelações iguais. Seja relacionada a uma empresa ou a um relacionamento, à vida profissional ou privada, a doenças, à escolha vocacional ou a qualquer outra questão. Aqui estamos diante de uma transição para um ou mais campos sábios, movedores e poderosos. Eles podem ser descritos também como vários planos entrelaçados do “SER” todo-abrangente.




Onde encontrar mais informações?


A teoria pode ser encontrada em mais de 100 livros de Bert Hellinger, no Brasil no site da Editora Atman e da Editora Cultrix.




Por que o nome "Constelações"?


O nome original do trabalho desenvolvido por Bert Hellinger em alemão é Familienaufstellung e significa, numa tradução literal, "Colocação [Representação] familiar". Porém o verbo "stellen" em alemão foi traduzido ao inglês como "constellate", ou seja, posicionar certos elementos numa configuração dada. Como o primeiro livro traduzido ao português veio do inglês e não do original em alemão, foi então traduzido como "constelações familiares". O termo "constelação" remete a conotação de uma representação entre os participantes mostrando as suas relações através da configuração espacial destes elementos




A ciência dos Relacionamentos Humanos – As Constelações fazem parte de uma ciência?


A Hellinger sciencia®, aqui escrita assim de propósito, é uma ciência do amor do espírito. Se trata de uma scientia universalis, a ciência universal dos ordens do convívio humano, começando pelas relações familiares, ou seja, as relações entre homem e mulher e entre pais e filhos, incluso a sua educação, indo para as ordens do trabalho, na profissão e nas organizações, até as ordens entre grupos abrangentes como no caso de povos e culturas. Ela é ao mesmo tempo a scientia universalis sobre as desordens, que levam aos conflitos no convívio humano, as quais separam as pessoas invés de uni-las. Estas ordens e desordens e transferem ao corpo. Elas desempenham um importante papel no caso de doenças e da saúde física, anímica e espiritual.
 Por quê essa ciência se chama Hellinger sciencia®? Hellinger responde: - Eu obtive estes insights como também os descrevi. Eu os testei na prática e publicamente. Por isso muitos puderam verificar o efeito destes insights em si mesmos como também nas suas relações e suas ações. Nisso se mostram que aqui se trata realmente de uma ciência.
 Como ciência a Hellinger sciencia® está em movimento. Isso quer dizer que ela se desenvolve continuamente e também pelas experiências e insights de muitos outros que entraram nela – e nas suas consequências. Como ciência viva ela não forma uma escola, como se ela estivesse terminada e pudesse transmitir algo definitivo que pudesse ser aprendido. Por isso não existe um controle de sucesso para ela, como se pudesse ser medida de acordo com padrões que estão fora dela e como se ela tivesse que se justificar. Sua justificação está no seu efeito e seu sucesso. Ela é em todos os sentidos uma ciência aberta.
 A Hellinger sciencia® dá motivo para a pergunta até que ponto essa designação é permitida. Me fiz esta pergunta também. Porque foi só lentamente que eu compreendi o alcance dos meus insights sobre as ordens do convívio humano e do amor humano. Eu compreendi que eles se unem para um ciência abrangente sobre as nossas relações e que chegou a hora de apresenta-la como ciência própria e dá-la um lugar de acordo em público. O meu nome deve assegurar que esta ciência é descrita e apresentada na sua clareza original.




As dimensões espirituais da Hellinger sciencia®


A Hellinger sciencia® chegou a uma dimensão além dos insights que podem ser diretamente imaginados nas ordens das nossas relações, que é uma dimensão espiritual. Somente partindo dela o alcance desses insights pode ser compreendido. Somente partindo dela, o seu significado universal e as consequências que dele resultam podem ser vividos em todas as áreas. O que é esse insight espiritual e o que são as suas dimensões? Este insight parte do princípio de uma observação e das consequências que dela resultam: Tudo que está presente não se move partindo de si mesmo. É movido por fora. Mesmo se algo se move como se movesse por si mesmo, como por exemplo tudo que vive, tem o seu movimento de um princípio que não resulta de si mesmo. Por isso qualquer movimento, também o movimento de tudo que vive, provém de um movimento que vem de fora, não somente no início, mas de forma ininterrupta enquanto a vida dura. Há algo a mais a ser considerado. Qualquer movimento, principalmente todo movimento vivo, é um movimento sabido. Ele parte do princípio de uma consciência naquela força que move tudo. Com outras palavras: Qualquer movimento é um movimento pensado. Ele se põe em movimento porque é pensado por esta força e ele se põe em movimento como foi pensado. O que então está no início de qualquer movimento? Um pensamento que tudo pensa como é. Qual é a consequência disso? Para este pensamento não existe nada que ele não quer assim como é, e como aquilo se move. Qualquer movimento afinal é um movimento do espírito. Por isso nada termina para este espírito. Tudo que foi ele ainda pensa, assim como ele nos pensa no presente e ao mesmo tempo tudo que virá. Por ele pensar o que virá ao mesmo tempo como aquilo que passou, tudo que é passado é relacionado ao que virá. O passado está em movimento em direção ao que virá e ao chegar, encontra a sua conclusão. Mas também aquilo que virá se tornará passado e se move como algo passado igualmente em direção a algo que virá. Não é concebível para nós que este pensamento que todo move termina. Assim como nada pode existir que não é pensado por ele, assim nada pode existir sem ele. Porque quem ou o quê deveria ainda pensa-lo após ele? Diante deste pensamento muitas das suposições e ideias, até então importantes para nós, cessam de existir. Por exemplo a suposição do livre-arbítrio, a suposição de uma responsabilidade pessoal. E muitos valores e diferenciações que sustentam a nossa cultura, desaparecem. Eu chamo aqui em primeira linha a diferenciação entre bem e mal, entre certo e errado, entre escolhido e condenado, entre acima e abaixo, elevadoew e baixo, melhor e pior e finalmente entre vida e morte. Mas nós ainda nos deparamos com estas diferenciações e a vivenciamos. Elas não são também pensadas e queridas por este espírito, assim como elas são?Há algo a mais a ser considerado aqui: O passado e aquilo que virá não são a mesma coisa. O passado está no caminho em direção ao que virá. Assim há um antes e um depois, e um mais e um menos para as nossas experiências. O quê é este menos? O quê é este mais? Não se trate de menos consciência ou mais consciência. Nós nos encontramos em um movimento de menos consciente a mais consciente. Nos encontramos em um movimento de menos conscientemente em sintonia com este movimento todo-abrangente em direção a mais conscientemente em sintonia com o seu movimento. Assim então há um movimento para nós de menos para mais, que não é concebível para este espírito. Para ele não há mais ou menos. Mesmo assim este movimento está em tudo com que encontramos nele, pensado por este espírito neste movimento. Este é pensado por aquele para nós, da forma que for que ele exija algo de nós como experiência no caminho em direção a mais consciência.
Quem consegue ter mais consciência? Quem consegue estar mais em sintonia com esta consciência do espírito? Nós podemos ser assim pessoalmente? Nós podemos ser assim sozinhos nesta vida? Ou é assim que todas as pessoas, passadas como agora e futuras, estão juntas neste caminho e alcançam esta consciência com todos juntos? Elas a alcançam juntas com todas as experiências já feitas e que ainda precisam ser feitas, tanto por nós como por muitos outros, tanto nesta vida como nas outras?




Esta abordagem tem relação com alguma religião?


Não. A abordagem não está ligada a nenhuma religião ou credo. Também não pressupõe a necessidade de que o cliente creia em nada de antemão. É uma abordagem empírica e é baseada na própria percepção do cliente e dos representantes. Quem quer que misture essa abordagem com religião, misticismo, rituais ou credos diversos, não está seguindo a metodologia segundo ela foi criada.




Qual é a base científica para os fenômenos observados nas constelações familiares?


O fenômeno das constelacões é ainda algo em estudo. Não se firmou totalmente a base científica para o mesmo, mas os melhores estudos a respeito foram feitos pelo biólogo inglês Rupert Sheldrake, que criou a Teoria dos Campos Morfogenéticos. Possui diversos livros publicados e executou inúmeras pesquisas cientificas com grande rigor estatístico. Tais livros foram traduzidos para o português, sendo alguns dos mais conhecidos: "Por que os cães esperam seus donos" e “A sensação de estar sendo observado”- editora Cultrix. O livro “Constelações Familiares com bonecos e os elos de amor que vinculam aos ancestrais” de Marusa da Graca, da Editora Juruá, também contribui com um capitulo essencial para compreender, com os aportes de renomados autores da ciência da complexidade (Amit Goswami, Erwin Laslo) o fenômeno evidenciado nas Constelações Familiares




Posso levar meu parceiro (a) nos encontros de constelações?


O trabalho com um dos cônjuges, mesmo que seja de um tema pessoal, permite ao outro que o acompanha, perceber como os movimentos de amor de seu parceiro(a) se desenvolvem já que se encontra vinculado ao seu sistema de origem. As constelações permitem observar que, por trás daquilo que o outro faz atua um amor profundo da ligação e lealdade à sua família de origem que antes não era percebido, resultando no enriquecimento da relação e da compreensão mútua. Quando um dos cônjuges não deseja que o outro vá, aceita-se a necessidade da sua privacidade.




Posso constelar para meu filho?


Sempre que os pais constelam seus filhos e, avós seus netos, eles estão liberando as gerações futuras. Inclusive, é bem importante a mãe (pai) constelar seu feto. Os ancestrais, pais e avós são as pessoas que podem liberá-los. Cada criança que nasce, já nasce com uma “carga” sistêmica recebida do sistema familiar paterno e materno, é um processo inconsciente que não oferece escolha para o descendente. Não há necessidade do filho participar, estar presente e nem saber dos pais o que estes estão fazendo pelos seus filhos (constelando). Não que isso seja um segredo mas, os pais sempre podem cuidar dos seus filhos sem precisar dizer-lhes que estão cuidando, para não enfraquecê-los. Não indicamos levar as crianças no campo das constelações porque, somente os adultos é que podem interferir nos emaranhamentos sistêmicos familiares.




A partir de que idade é possível constelar?


A experiência de Bert Hellinger e sua esposa Sophie com crianças tem se mostrado muito frutífera. Nesses casos porém, os pais (ou pelo menos um deles) precisam estar presente. As constelações atuam em todo o sistema, com sua presença ou ausência.




Posso colocar uma questão de saúde?


Sim. As constelações familiares observam que muitas doenças são sistêmicas ou seja, estão ligadas à pendências da ancestralidade. Porém, que esse trabalho não é um substituto para o tratamento médico adequado. O objetivo das constelações não é curar as doenças e sim harmonizar o sistema e, com isso, não haver mais a necessidade da presença da doença sistêmica




É necessário saber todas as informações relativas aos pais, avós e bisavós?


Não. As constelações mostram que quase sempre aquilo que atua em uma família nem sempre é sabido por todos os membros dessa família. Muitas das relações amorosas dos pais ou avós que antecedem o casamento dos pais é, comumente, pouco conhecida pelos filhos ou netos. As constelações tem a propriedade de descortinar as informações cruciais que tem relevância. O essencial se mostra através do trabalho em si.




Posso constelar uma questão empresarial e ou, profissional?


Sim. As empresas e a profissão também estão submetidas às mesmas leis que regem as relações humanas, pois são compostas por pessoas. Deve-se verificar as situações nas quais a pessoa que constela tenha a condição da mudança.




É possível constelar problemas com o dinheiro?


Sim. Estas questões econômicas tem profundas ligações com as relações dentro da família. Muitas dinâmicas surpreendentes, envolvendo dificuldades com dinheiro, vem à luz através das constelações, dinâmicas de pertencimento e lealdade.




Tenho que tomar uma decisão séria em minha vida, posso constelar isso?


Sim, a constelação pode revelar muito sobre a situação em si, ampliando a visão de quem necessita tomar uma decisão sobre as muitas questões contextuais.




Estou tomando medicamento antidepressivo, posso participar de uma constelação?


Sim, Conforme a influência da medicação sobre a sua consciência, apatia, desatenção, indiferença, etc… as ressonâncias das constelações irão atuar mais diretamente no seu inconsciente. O trabalho com as constelações não substituem o tratamento médico, mas é um ajudante poderoso.




As constelações podem ajudar nos casos de dificuldades entre casais?


Sim. Os problemas conjugais estão ligados a emaranhamentos e lealdades às suas famílias de origem. As constelações familiares podem liberar o casal de suas fidelidades para seguir e construir seus caminhos. Para uma boa convivência, os parceiros devem reconhecer sua igualdade de importância na parceria e valorizar o parceiro na sua contribuição para o sistema. O vínculo se fortalece nas trocas equilibradas entre o Dar e Receber que ambos participam, ambos se responsabilizando pelo que constroem juntos.




O que é Constelação? Dr. Roberto Debski


"Respeitosamente em seu espaço, quero também como você colocar algumas reflexões e questões sobre esse post e o texto que o embasa.
Quem escreveu o texto e você mesma, embora tenha uma formação aparentemente sólida em psicologia, não conhece realmente sobre constelação familiar sistêmica.

Constelação não é moda. Pode estar atualmente em evidência mas já tem um caminho de atuação e prática de cerca de 30 anos. Querer impor às Constelações um método científico cartesiano, o qual igualmente não se encaixa na psicologia e nas ciências humanas não parece algo cabível ou mesmo justo.
O que é dito no texto e nessa postagem se baseia em "crenças" e em experiência pessoal.
Isso fica evidente durante a leitura para quem se dedica eticamente e estuda a fundo a visão sistêmica e suas práticas e implicações. Diversas generalizações e falsas premissas aparecem durante a leitura. Exemplo, sem aprofundar a teoria, somente citando algumas falas, "honrar" significa reconhecer cada qual em seu lugar e função. Os pais nos transmitiram a vida e honrá-los é simplesmente reconhecer tal fato, agradecer pela vida e realmente tomá-la desde a origem, porém nunca aceitar devido a isso comportamentos ou regras disfuncionais que muitos pais doentios e abusadores, porque também foram abusados, querem impor aos filhos.
A constelação pelo contrário mostra como esses devem dar limites saudaveis e por vezes se afastar da familia de origem. Constelação também não "fomenta", de maneira alguma a culpa nos clientes. Pelo contrário procura mostrar de onde vem essa culpa no sistema familiar doentio e colocar "ordem" nas funções ajuda o cliente a se posicionar como adulto, saindo do Triângulo Dramático (de Karpmann) em busca do amadurecimento e da ampliação da consciência.
Também não coloca homens superiores às mulheres ou vice versa. Pelo contrário a visão do equilíbrio de troca nas relações posiciona ambos como equivalentes em uma relação horizontal, com funções complementares, masculino e feminino, materno e paterno, como ocorre na natureza. Aliás, as leis sistêmicas observadas por Hellinger são leis naturais, não criadas.
Não é bom para o conhecimento quando esses equívocos são colocados sem embasamento por um formador de opinião de outra área. Óbvio que há maus consteladores e aqueles muito despreparados, assim como maus psicólogos, médicos, advogados e todos demais profissionais. Isso não denigre o método, só expõe o profissional e também traz confusão e mau entendimento. Claro que também prejudica o cliente, e deve ser evitado a todo custo. Porém não generalizando as ideias nem banindo o método mas sim regulando e normatizando a prática.
As constelações fazem parte da PNPIC e são oferecidas na atenção primária em algumas localidades, ainda sem a uniformidade, dependendo da "boa vontade" dos gestores, como as outras 28 práticas integrativas. A base teórica das constelações familiares sistêmicas se encontra em muitos teóricos estudados por Hellinger, pesquisadores, inclusive terapeutas e psicólogos. As constelações nasceram como fruto de seu minucioso trabalho, através de muito aprendizado, observação atenta, experimentação contínua, prática dedicada, meditação, em décadas de muito estudo.
Sempre embasado em vários e múltiplos campos anteriores de conhecimento, como todos mestres da Humanidade, Bert Hellinger mergulhou em diversos sistemas de sabedoria, tanto os tradicionais e milenares, como os modernos e atuais, integrando-os e estruturando-os em sua prática, como bases para a técnica, a qual até hoje evolui continuamente.
Dentre as influências em seu trabalho com as constelações podemos perceber diversas interfaces com os campos do inconsciente de Jung, a Terapia Primal de Janov, o Psicodrama de Moreno, a Análise Transacional de Berne, a Gestalt de Pearls, a cibernética de Bateson, o trabalho das Esculturas Familiares e a Terapia Familiar de Virginia Satir, a linguagem hipnótica de Milton Erickson, os metamodelos e modelos de linguagem da Programação Neurolinguística, a visão fenomenológica da Daseinanalyse de Martin Heiddeger, a influência psicossomática de Marty, Alexander e de Groddeck dentre outros, além das bases dos trabalhos de Freud, Bowlby e muitos outros teóricos do comportamento humano. Há um verdadeiro trabalho de gigantes na base das Constelações.
Mas claro, Hellinger como humano era falho e imperfeito, e seu trabalho apresenta pontos a serem aperfeiçoados e melhor compreendidos.
Todo conhecimento quando tiver base sólida continuará evoluindo, não se trata de dogma ou crença. E como todas verdades são ressonantes, as Constelações encontram confluência no saber e na atuação com diversas teorias antigas e atuais como o Akasha da tradição dos Vedas, o Inconsciente Coletivo de Jung, os Campos Morfogenéticos de Sheldrake, a teoria dos sistemas e redes de Capra, a compreensão da teoria holográfica, o estado de "Flow" ou Fluxo de Mihaly Csikszentmihalyi e o estado Mindfulness dos monges meditadores do oriente avaliada cientificamente por médicos e neurocientistas como Herbert Benson de Harvard, Jon Kabat-Zinn da Universidade de Massachussets e Richard Davidson da Universidade de Winsconsin Madison e nos últimos anos explicada e fundamentada com o conhecimento da epigenética.
Essa nova ciência, a epigenética, vem comprovando a relevância dos fatores comportamentais, estilo de vida, e escolhas, supostamente situadas ao alcance de nosso pleno livre arbítrio, mas na realidade inconscientemente influenciados através das heranças epigenéticas transgeracionais, inclusive dos traumas, que nos movem em maior ou menor grau, através das gerações de nosso sistema familiar.
A herança epigenética gera identificações com qualidades de antepassados, mas também identificações com suas dores, suas exclusões e repetição de padrões de comportamento e relacionamentos doentios e disfuncionais. Observamos invariavelmente, ao se abrir um campo sistêmico na constelação, que nos são revelados fenomenologicamente diversos emaranhamentos e dinâmicas sistêmicas transgeracionais.
Quando permanecemos no Centro Vazio nós, os consteladores, junto ao constelado e aos representantes, podemos nos tornar instrumentos para que essas informações emerjam, se manifestem e gerem o movimento de transformação do sistema. Nas constelações o desvelar desses fenômenos nos permite vislumbrar um caminho para a cura sistêmica, para o movimento do Amor em Ordem. Certamente as constelações exigem responsabilidade daqueles que atuam como consteladores que podem e devem encaminhar seus clientes para continuar seu caminho com um psicólogo sempre que necessário.
Recebo diversas indicações de psicólogos para que seus clientes constelem comigo para que o processo psicoterapeutico possa voltar a caminhar ou se aprofunde após ver o que se mostra como origem do problema na constelação.
Muitos psicólogos acompanham seus clientes, também vem constelar e fazem a formação comigo para aprender novas ferramentas que utilizarão com seus clientes. E todos ampliam sua consciência e melhoram sua prática profissional.
Nossa missão como terapeutas, nas diversas áreas de atuação é exercer um trabalho responsável, dedicado, sistêmico, conhecendo nossos limites e nos aperfeiçoando incessantemente, buscando ampliar nossa consciência e buscando tratamento para nossos próprios emaranhamentos, além de nos aconselharmos com profissionais mais experientes do que nós, que podem clarear nossa visão.
Assim poderemos ser melhores terapeutas e ajudantes para nossos clientes.
Esse profundo campo de conhecimento, crescente e potente vem sendo utilizado em diversas áreas como a saúde, o judiciário, a pedagogia, as organizações e demais áreas das humanidades. Todos nós nos encontramos à serviço e através de nossas práticas agregamos dedicação e amor ao campo das constelações, assumindo imensa responsabilidade. Certamente responderemos por tudo que fizermos, pela intenção e pelo efeito, benéfico ou não!
Sejamos pois "cientistas" no sentido de observar, avaliar, sem leviandade ou prejulgamentos, não nos colocarmos superiores a outros métodos, isso vale para todos. Nossa gratidão a Bert Hellinger e a todos mestres que vieram antes dele e se dedicaram a estudar a mente humana. Através das constelações, podemos sim, como também outros profissionais, estar à serviço do Amor saudável e da Vida!"
Dr. Roberto Debski
Médico CRM SP 58806
Psicólogo CRP/06 84803
Facilitador em Constelações Sistêmicas
[19:15, 05/01/2020] Marusa Helenna da Graça: Acho que vale a pena colocar em nosso site como explicacao das constelacoes familiares





2a Etapa - Após a Constelação

Como você sabe que sua constelação está fazendo efeito?


Sendo uma intervenção em congruência com sua alma, você sente em si uma leveza maior e um liberação interna. Lembre-se, você trabalhou as conexões vibratórias que lhe dão vida e lhe permitem movimentar-se na vida com uma maior completude positiva. Mudando uma conexão, como em uma teia, muda-se muitas conexões e vibrações em seu campo, individual, familiar e profissional




Como devo proceder após a constelação?


Preferencialmente não comentar ou buscar entender o que aconteceu nem procurar formas mentais de controle. Permita que o movimento siga seu rumo, entregue-se à sua vida.




Quanto tempo após ter feito uma constelação eu posso fazer outra constelação?


Você pode fazer outra constelação assim que sentir necessidade. Se você não sente seu movimento liberado, se você quer constelar um filho ou um neto, se você têm outro tema diferente para constelar que não apareceu no campo da sua constelação, enfim, você é quem vai determinar. Você sempre pode fazer novas constelações e ir se liberando e liberando seus descendentes.









 
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